Fome? Não, aqui onde eu vim parar, é o nome de um time de futebol.
Até a volta.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
A Volta da Revolta
Seguindo a "fantástica" orientação sobre os perigos da Internet,
Comunico aos amigos apenas que voltei, para não escrever que viajei.
Espero que a boemia possa nos permitir um encontro em breve,
Para colocarmos nossas prosas em dia, sem o medo do desconhecido.
Segurança nesse país é mesmo coisa do passado. Lamentável.
3 de outubro e 15 de novembro estão chegando. Dá para mudar?
"Quem quer manter a ordem? Quem quer virar desordem?" - Titãs.
Comunico aos amigos apenas que voltei, para não escrever que viajei.
Espero que a boemia possa nos permitir um encontro em breve,
Para colocarmos nossas prosas em dia, sem o medo do desconhecido.
Segurança nesse país é mesmo coisa do passado. Lamentável.
3 de outubro e 15 de novembro estão chegando. Dá para mudar?
"Quem quer manter a ordem? Quem quer virar desordem?" - Titãs.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Pós
Já que existe o direito de se pedir alguma coisa nessa vida,
Então que seja que nada nos afaste para sempre...
Então que seja que nada nos afaste para sempre...
Maracaípe
A clareza do mar,
O desenho do artista,
A beleza do andar
Da morena surfista...
Entram no coração,
Escrevendo a canção...
Tocando violão,
Parecendo ilusão...
Deixa o resto prá lá
E vem logo prá cá,
Pra saber como é,
Quem tem frevo no pé.
Venha já prá Recife,
Rumo a Maracaípe...
Em Porto de Galinhas,
Essas coisas são lindas...
O desenho do artista,
A beleza do andar
Da morena surfista...
Entram no coração,
Escrevendo a canção...
Tocando violão,
Parecendo ilusão...
Deixa o resto prá lá
E vem logo prá cá,
Pra saber como é,
Quem tem frevo no pé.
Venha já prá Recife,
Rumo a Maracaípe...
Em Porto de Galinhas,
Essas coisas são lindas...
O amor
Um dia, aparecerá quem inventou o amor.
Ou, pelo menos, quem apresentou o amor.
Um ser sábio que permanece no anonimato,
Para que não caia sobre si a culpa
Pela ausência de paixões futuras.
Há quem não entenda o amor,
Há quem lamenta pelo que não haverá,
Mas não há quem não ama o que existe.
Ou, pelo menos, quem apresentou o amor.
Um ser sábio que permanece no anonimato,
Para que não caia sobre si a culpa
Pela ausência de paixões futuras.
Há quem não entenda o amor,
Há quem lamenta pelo que não haverá,
Mas não há quem não ama o que existe.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Maio
Passa a chuva, traz o frio, vem o sol e mais frio.
Maio pode ser assim, um outono quatro estações.
Aquecedores ligados com expirações em vapor quente.
Calor humano e roupas volumosas charmosas
Constroem a atmosfera perfeita para a boemia,
Com noites propícias para queijos e vinhos à mesa.
As madrugadas, silenciosamente, cada vez mais frias,
Vão anunciando a aproximação do inverno enclausurante,
Como alerta aos que ainda não conhecem frio de verdade,
Habituados aos invernos moderados dos últimos anos.
Quem avisa, amigo é. Há maios que vem para o bem.
Maio pode ser assim, um outono quatro estações.
Aquecedores ligados com expirações em vapor quente.
Calor humano e roupas volumosas charmosas
Constroem a atmosfera perfeita para a boemia,
Com noites propícias para queijos e vinhos à mesa.
As madrugadas, silenciosamente, cada vez mais frias,
Vão anunciando a aproximação do inverno enclausurante,
Como alerta aos que ainda não conhecem frio de verdade,
Habituados aos invernos moderados dos últimos anos.
Quem avisa, amigo é. Há maios que vem para o bem.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Síntese
Há quem persiga ambições e metas;
Algumas se alcançam, outras se esquecem.
Há quem queira abraçar o mundo;
Um abraço amigo mais que basta.
Há quem sonha com riqueza e poder;
Poder viver em paz já enriquece.
Há quem procura um grande amor;
Há quem precisa apenas reencontrar.
Algumas se alcançam, outras se esquecem.
Há quem queira abraçar o mundo;
Um abraço amigo mais que basta.
Há quem sonha com riqueza e poder;
Poder viver em paz já enriquece.
Há quem procura um grande amor;
Há quem precisa apenas reencontrar.
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